sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Sururu: gastronomia e economia

Prato que além de ser servido para alagoanos em restaurantes, é também, o sustento de muitas famílias



O sururu é encontrado em lagoas, vindo de águas salobras e pescado por pescadores que vivem na região. Pode ser o da pedra, aqueles maiores que tem uma coloração rosada, que ficam agarrados às pedras no mar, ou os dos manguezais, de menor tamanho sendo o molusco mais escuro. Tanto um como o outro tem o mesmo sabor característico.

Um prato delicioso, barato e da nossa terra, que garanti a sobrevivência de muitos alagoanos, que o tem como fonte de renda para seu sustento. É um dos mais servidos e pedidos, sugerido aos turistas, para que provem um pouco do sabor da terra dos marechais.

Em todo local que você pensa em comer, seja em barzinhos ou restaurantes sofisticados, você encontra o sururu em seus cardápios, ele cozido num molho saboroso, ao leite de coco, ou acompanhado com uma boa farofa. Em bares ele é um dos pratos de entrada, seu caldinho bem apimentado, também é bem procurado, uma degustação que vale a pena provar.

O visitante que o aprecia fica com água na boca, um prato simples, que fica pronto em poucas horas, que faz parte da cozinha regional e um dos mais degustados em Maceió. O sururu pode ser apreciado de diversas formas, seja o seu caldinho, moquequa acompanhado de camarão ou até mesmo com uma boa farofa de manteiga ou alho. Acompanhado de arroz solto ou integral.



Onde comer:

Quiosques, bares e restaurantes da orla marítima, Lagoa Mundaú e Manguaba, Pontal, praias do Sul e Norte (Maragogi, Paripueira, Ipioca, Gunga, Francês, Saco) e outras localidades na aréa urbana de Maceió.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Culinária alagoana

A mais rica em proteínas do Nordeste e a mais degustada do litoral brasileiro


Não diferente da culinária dos outros Estados nordestinos, Alagoas encanta com sua espessa guloseima. Café da manhã, almoço, janta e até lanches, são oferecidos sem seus diversos cardápios, diferenciados e atrativos ao paladar da sociedade em geral.

O café da manhã bem regional é recheado de diversas frutas, cuscuz de milho ou arroz, café preto ou com leite, suco, queijo manteiga e coalho, uma boa manteiga, pão fresco e novo, iogurte, bolo de milho, macazado e brasileira. Uma alimentação forte e saudável, uma vez que suas frutas são produzidas sem material orgânico e tudo feito na hora e servido bem quentinho.

O almoço é bastante variado, que vai de acordo com a região alagoana, sertão, agreste, zona da mata ou litoral. A mesa é repleta de delicias, o velho feijão caseiro, tropeiro, baião-de-dois, arroz de cenoura, arroz branco ou refolgado, macarronadas, lasanhas, misturas como: Carnes das mais variadas, peixe, frango, crustáceos, São extensos os pratos oferecidos e opções para se alimentar bem.

A Janta vem com a velha macaxeira, inhame, batata doce, sopas de verduras, carne, feijão ou frango. Também existem aqueles que gostam de saborear um arroz com leite, o cuscuz também, é muito servido a noite. Já para os que gostam de comer algo diferente ao jantar, preferem a boa lasanha.

O lanche nas grandes cidades é uma boa pizza, sanduíches, salgados e doces. Variados com os dos interiores de alagoas, que variam de milho verde na manteiga, cozido e assado, bolo de fubá e milho, pé-de-moleque, tapioca, e muito mais. Os tipicamente nordestinos, localizados principalmente, no sertão e agreste alagoano.

Realmente, o Nordeste brasileiro tem uma cozinha rica e satisfatória, de bons gostos e típicos cardápios que variam de acordo com cada Estado. Alagoas não difere tanto das demais localidades, mas por ser um Estado cercado de praias, rios, lagoas e coqueirais em todo seu litoral, a deixa com um forte maior nas comidas, que levam coco como principal ingrediente. Uma iguaria rica e que não deixa a desejar.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

CREN vence etapa estadual do Prêmio ANU

No último dia 31, a CUFA divulgou que o CREN – Centro de Recuperação e Educação Nutricional foi o vencedor do Prêmio ANU Ouro, na qual eles premiam ações da etapa estadual. O centro concorreu com mais quatro ações do Estado e ação vencedora foi as “Ações Nutricionais CREN”.
Nessas ações são realizadas oficinas de Manipulação, Sabor e Textura, onde crianças e pais aprendem um pouco mais sobre as frutas, sentindo gosto e aprendendo um pouco mais sobre cada uma. Por outro lado, também aprendem e fazem receitas com algumas delas, aproveitando tudo que é oferecido. São receitas saudáveis, ricas em proteínas, vitaminas e fibras.
O CREN Alagoas implanta projetos e ações que beneficiam o bem estar de pessoas com baixa renda e trata da desnutrição de crianças carentes, encontradas em um bairro periférico da capital alagoana, no Conjunto Denisson Menezes, criado para abrigar a população da antiga Favela de Lona.
A instituição, que é uma Organização Não-Governamental, e que depende de doações, ainda concorrerá o prêmio nacional, que é o Prêmio ANU Preto, esse de maior reconhecimento, e que abre votação no próximo dia 05 de janeiro de 2012.
As duas premiações acontecerá no dia 28 de fevereiro de 2012, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, tendo como representante a nutricionista coordenadora da ação que concorreu à etapa.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

FELIZ ANO NOVO!

Estamos chegando a mais um final de ano, um ano que para muitos foi de tristeza e para outros de alegria e conquistas. Desejo a todos, que o ano de 2012 seja de muita paz, saude, amor e felicidade. Que o ano novo que se aproxima traga vitórias, conquistas e que realize sonhos. Que seja um ano de bençãos e que a vida de todos seja guiada por nosso pai, que vocês plantem e depois faça a colheta dos bons frutos que virão nescendo ao longo do ano. Que 2012, ano par, seja positivo para todos nós! Que venha 2012!


FELIZ ANO NOVO AMIGOS!!!!!!


sábado, 10 de dezembro de 2011

Tapioca: Sabores e preferências

Tipicamente nordestina e a sensação alagoana



Google



A tradicional tapioca feita de farinha de mandioca ao coco ralado, com o passar dos anos veio ganhando novos sabores. Com apreciadores de diversos gostos, seus recheios foram mudando, de coco para os mais variados, sendo eles doces e salgados.

As tapiocas doces são recheadas com leite condensado, goiabada, chocolate, mel, banana com canela, maracujá e leite condensado, calda de uva, goiabada e mussarela, e a famosa, Romeu e Julieta (Coco + goiabada + queijo), entre outros sabores.

Já as tapiocas salgadas, são preparadas de formas diferentes, tem delas que é a massa pura, outras com manteiga e sal, mussarela, frango e catupiry, salame e mussarela, queijo coalho, parmesão, somente frango, coco com queijo, sal e manteiga e só camarão. São diversos os sabores para quem quer experimentar.

Existe tapioca para todos os gostos, fazendo sucesso entre crianças e adultos, que brincam na escolha dos recheios, tornando a degustação mais apetitosa. Há muito tempo que a tapioca é a rainha da vez na orla marítima de Maceió, todos que passam por lá querem provar, essa culinária tipicamente nordestina e sensação alagoana.

São encontradas em barracas montadas no calçadão das praias urbanas de Pajuçara e Jatiúca, com um valor pequeno e acessível, irresistível para quem passa pelas redondezas. Todos os dias da semana, suas vendedoras se encontram por lá, sempre com suas mesas lotadas por moradores da cidade e turistas que visitam a região.

A tapioca alagoana é velha conhecida de todo o nordeste e muitas vezes, é representada por alagoanos em outras localidades nordestinas, que com carinho e amor ao que gosta de fazer, prepara e fornece, em estados vizinhos, como: Sergipe, onde pequenos estabelecimentos agregam o nome da culinária feita de mandioca e coco, acrescentado do codinome do Estado, que se refere ao paraíso das águas.

Ao visitar Alagoas, não deixe de passar pela orla da cidade de Maceió e apreciar os sabores das tapiocas mais vendidas e conhecidas pela culinária, que vem conquistando o paladar de tanta gente ao se hospedar na terra do mar de águas verde - piscina e mornas.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Cren Alagoas realiza bem estar em comunidade carente

Com intuito de trabalhar a favor do bem estar de pessoas com baixa renda e tratar da desnutrição de crianças carentes, encontradas em um bairro periférico da capital alagoana. O CREN Alagoas implanta projetos e ações que beneficiam os mesmos. Ações como o “Dia da Beleza” uma parceria com o Serviço Social e a Psicologia da instituição, se unindo para proporcionar o bem estar físico e a auto-estima das mães dessas crianças que são discriminadas pela classe social. Uma tarde criativa e de distração, diante de tanta violência e dificuldades vividas diariamente em seu habitat. Muitas nunca fizeram o cabelo, unhas, maquiagem, ou ganharam bijuterias. Realidade diferente no dia desta ação. Quando profissionais e pessoas da redondeza doaram e se empenharam em fazer o bem. Também pensando no bem estar e laser são realizados passeios interativos culturais e informativos, para as crianças e pais a determinados locais, como: Corpo de bombeiros de Alagoas, Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares, Parque Municipal, Shoppings e Museus. Ressaltando que a maioria nunca tinha tido nesses locais.

Outra ação foi “Geração de emprego e renda” que proporcionou o desenvolvimento das potencialidades com foco na empregabilidade e qualidade de vida, aplicando cursos em parceria com o SENAC/AL. Tais como: Cabeleireiro, manicure e pedicure, além de culinária.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Macabéas alagoanas

“Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem. Esse quem será que existe?”
(Clarice Lispector)

As mulheres alagoanas também possuem esses direitos, mas em alguns casos não os conhecem. Em Maceió, trabalhadoras do Mercado da Produção realizam seus trabalhos sob péssimas condições, o local não possui estrutura básica como saneamento, nem o mínimo de higiene para se trabalhar. Mulheres maltratadas pela vida, excluídas do meio social e que tem em seu humilde trabalho a única forma de sustentar sua família.

Podendo então comparar essas mulheres a personagem Macabéa do livro a “A hora da estrela” de Clarice Lispector, que era ignorada pela sociedade, as pessoas não a enxergavam e que sofria sozinha as dificuldades da sua vida.

Assim como a personagem do livro, essas trabalhadoras não reclamam os direitos que possuem nem buscam conquistá-los para si o direito de no mínimo ter condições dignas de vida e de trabalho, porque na maioria das vezes se quer sabem que os tem e, além disso, também não sabem a quem reclamar.

Apesar dos direitos conquistados pelas mulheres a sociedade ainda é predominantemente machista. Hoje as mulheres realizam trabalhos que até poucos anos eram realizados apenas pela mão de obra masculina, entretanto a remuneração dada a elas nessas funções não são as mesmas destinadas aos homens. Eles quase sempre ganham o dobro do que uma mulher que exerce a mesma função de trabalho recebe.

Em Alagoas as mulheres principalmente as mais humildes ainda sofrem bastante a discriminação por parte da sociedade. A desigualdade é ainda mais evidente, principalmente nos bairros periféricos onde as mulheres na maioria dos casos vivem a mercê dos maridos e são tratadas da pior forma possível por seus companheiros.

“As mulheres relegadas a segundo plano, passaram a poder votar, símbolo máximo da cidadania. Até há pouco tempo, justificava-se abertamente o direito do marido de bater na mulher em nome da honra.”
(Gilberto Dimenstein)

Mesmo com todos esses direitos assegurados, como os presentes na Lei Maria da Penha, que as protegem da violência doméstica. O preconceito ainda impera sobre elas. Mas não para por ai as dificuldades enfrentadas pelas Macabéas contemporâneas.

A falta de escolaridade, a ignorância por parte dos pais que tem uma mente machista, a necessidade de começar cedo a trabalhar, são alguns exemplos de dificuldades enfrentadas por mulheres de classe baixa em especial. Essas trabalhadoras do mercado da produção vivem nessas condições precárias por falta de opção, já que a maior parte delas não tem o que fazer, a não ser vender suas frutas, legumes, entre outras coisas nessas feiras livres.

Elas passam a maior parte do seu tempo ali, trabalhando para terem o que comerem e o que alimentar sua família. Elas vivem de jeito relapso, vivem felizes mesmo com a miséria em torno delas, não se tem concorrência e nem ânimo para crescerem na vida, acham aquilo tudo normal. É o retrato inconfundível da Macabéa, pra elas tudo é normal.



O jornalismo na era da publicidade

O sensacionalismo e o capitalismo na arte de escrever e na mídia aberta

Desde seu início, o jornalismo é relacionado ao capitalismo, sempre comandados e sustentados por políticos, as empresas de comunicação são dependentes do capital para se manterem no mercado, onde acabam sendo impedidos da liberdade de imprensa.

Isso resultou no puro sensacionalismo do jornalismo, que proibidos de exercerem seus pensamentos, fazem qualquer apelação para chamar atenção. Aproveita-se de situações trágicas ou constrangedoras para se manterem presentes numa sociedade, alcançando audiência e esperteza em alguns fatos, alienando o público telespectador.

Periódicos não se fazem mais um jornalismo sério, mesmo que lhe seja permitido estratégias para recuperar ou chamar atenção de certo público. Mensagens tristes, reformuladas como piadas, brincadeiras com momentos que podem ser fatais e não apropriados, são realizados inadequadamente.

O capitalismo é grande culpado nos impactos sofridos pela mídia. Desde sua pré-história até os dias atuais. Antes era aplicada a informação verdadeira e ideológica, hoje essa necessidade de passar adiante fatos é mera apresentação marketológica, trabalho minucioso e planejado de forma incerta, que opõem e questionaliza toda uma sociedade.

Quando a arte de sensacionalizar não estiver visível, ela fica em forma artificial. Jamais impressos e canais de TV, trabalham contra o que seus donos os permitem, a imprensa é vigiada e obrigada a seguir uma linha editorial nada favorável em alguns casos. Instituições estaduais que poderia servir ao Estado, na verdade serve ao governo, já que serviria de prestadora de serviços locais.

No entanto o jornalismo mundial com apoio total do capitalismo vem adotando outro rumo, o sensacionalismo em suas produções, sejam elas impressas, televisivas radiofônicas ou internográficas.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

1º Turma de Ascom entrega certificado ao comandante do 59º BIMTZ

Na tarde desta quinta-feira, 09 de junho de 2011, alunos da 1º Turma de Assessoria de Comunicação e Marketing do Centro Universitário Cesmac, entregaram ao Comandante do 59º Batalhão de Infantaria Motorizada - Alagoas, o certificado de participação do I Ciclo de Palestra "O Papel da Comunicação no Gerenciamento de Crise".
No encontro, o Comandante Pinto Sampaio, que recebeu os alunos, juntamente com o assessor de imprensa do batalhão, Tenente Jambo, que também recebeu certificado, falou um pouco da história militar brasileira, dos projetos sociais que o quartel tem para com a sociedade alagoana e de projetos futuros do 59º Bimtz, para com a sociedade e comunicadores alagoanos. Além da ajuda solidária dos soldados na última enchente e segurança pública.
O encontro seguiu a todo momento com conversas descontraídas, onde o comandante fez questão de conhecer um por um dos alunos, que representava a turma, e ter informações de suas formações acadêmicas. Encerrando a visita, os profissionais de comunicação, do curso de pós-graduação do Cesmac visitaram as dependências da assessoria de comunicação do exército e toda sua equipe, confirmando assim, a responsabilidade e dedicação de todos eles com a informação interna e a nação brasileira.


Visita ao 59º Bimtz - Alagoas

terça-feira, 7 de junho de 2011

PCGC Seminário sobre "Gerenciamento de Crise" foi um sucesso!

O evento aconteceu no último dia 04 de junho no Auditório da Fecom - Cesmac com espaço lotado. Onde os palestrantes Milton Pradines da Brasken, empresa envolvida em dois acidentes nos ultimos dias 21 e 22 de maio e Marcelo Firmino da Prefeitura de Maceió falaram a respeito de gerenciamento de crise e como a assessoria de comunicação deve agir diante delas.
O seminário com o tema: "O Papel da Comunicação no Gerenciamento de Crise" teve estudantes e profissionais de comunicação, como participantes, além de outras aréas. Foi dividido em dois tempos, o primeiro, convidados falaram a respeito de suas assessorias. O segundo, responderam peguntas e tiraram dúvidas de algo que os envolviam nos ultimos tempos.
No final, a organização sorteou brindes para os participantes, e presenteou palestrantes, esses oferecidos pelo Cesmac, que apoiou o evento e o Grupo coringa, que patrocinou. O PCGC Seminário foi organizado pela 1º Turma de Assessoria de Comunicação e Marketing do Estado de Alagoas, formada pelo Centro Universitário Cesmac.